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segunda-feira, outubro 31, 2005


Balada de Amor



Canto:
P’ra ti que inventaste o amor
Com a voz, a palavra e o gesto
Que o procuras e vais onde mora
Que sabes conservá-lo e mantê-lo
Durante toda a vida, a cada hora

Canto:
P’ra nós que vivemos um amor
Apenas breve tempo mas intenso
Enchendo-nos de gozo e de alegria
Retendo-o um minuto, tempo imenso
De Paz, de Prazer e de Harmonia


Choro:
Por vós que não sabeis amar
Matais o sonho, recalcais o grito
Suprema felicidade de um momento
Não guardais em vossas almas nem a voz
Do Prazer, da Alegria ou de um Lamento






Zica Caldeira Cabral
1988-01-05

12 Comments:

Blogger António said...

Não sei se estou sugestionado pelo que me disseste a teu respeito mas, embora tratando-se de um poema de 1988, tem qualquer coisa que me faz lembrar o período medieval.

Jokinhas

6:45 da tarde  
Blogger Manel do Montado said...

Reverencialmente curvo-me pelos dois poemas (tinha a leitura em atraso), na realidade é espantosa a qualidade que aqui se encontra.
Julgo que a referência à Idade Média terá a ver com a eterna busca pelo príncipe encantado ou por um qualquer Amadis de Gaula. Rsss.
Bjokas e contínua…

9:45 da tarde  
Blogger Furão said...

Perturbante o contraste entre a Canção e o Choro, como são todos os contrastes...

Continuo a estudar a "antologia"

Bjs

1:49 da manhã  
Blogger TMara said...

belo Canto e Choro. Boa semana. Bjs de luz e paz

8:56 da manhã  
Blogger badger said...

Canto e Choro...
Muito Muito bem!! Quem me dera escrever assim... Só que «sente» assim escreve... não que não sinta, mas não me sai nada tão belo!!

3:20 da tarde  
Blogger Micas said...

O Canto e o Choro ás vezes confundem-se. Aqui ambos belissimos.
Beijinho

9:07 da tarde  
Blogger António said...

Querida Zica!

Faz o favor de não exagerares as minhas qualidades de blogonoveleiro senão ainda me convenço que é verdade e começo a meter nojo...ah ah ah

(agora cá para nós: diz muitas coisas como as que escreveste na visita que me fizeste porque eu gosto...eh eh eh)

Beijinhos

11:29 da tarde  
Blogger Flávia said...

Oi Zica! Eu tento só cantar, embora algumas vezes me ponho a chorar. Mas se não for assim, parece que não é real!
Lindíssimo poema.

2:41 da manhã  
Blogger claudia said...

Zica,
Que coisa mais linda!!!
Fui lendo bem devagar e sentindo cada palavra.. Mas fiquei surpresa com o final, achei siplesmente lindo!
Você é sensível demais, e me comoveu!
Beleza pura!
Parabéns minha linda!
Beijos!

4:58 da tarde  
Blogger badger said...

Oi,
Venho aqui, não para comentar o post (já o fiz antes)... mas para agradecer os conselhos sábios!!
Pois é... virei a página!!!
Obrigado!

5:05 da tarde  
Blogger Menina_marota said...

Um poema de Alma, de sentimentos, de afectos.
Como gostei de o ler!!

Um abraço terno ;)

6:38 da tarde  
Blogger Energia said...

Zica encontrei o seu Blog, realmente o mundo da internet é fantástico! Quem diria :)
é bom saber de si e imaginar que está bem.
Procure-me! Beijinhos
Já agora a pintura que tem no inicio do seu blog não foi pintado na altura que ainda eu tinha aulas de guitarra consigo em Santo Amaro e andavamos a pintar os quadrinhos?

8:12 da tarde  

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